Artigos Publicados em ‘Curiosidades’

História do Canto Coral
Segunda-feira - 7 de Dezembro, 2009

“Já nasceu o Deus menino para o nosso bem”. Presume-se que o título de um dos mais famosos coros de Natal, The First Noel , tenha surgido com a expressão (nowell  now all is well, em português, agora está tudo bem), pois havia nascido o menino Jesus. Escrita aproximadamente no século 17, a melodia foi transmitida oralmente entre gerações por mais de 200 anos, quando passou a fazer parte da antologia de canções natalinas em 1833.

No mês de dezembro, quando as muitas tradições se manifestam para comemorar o dia 25 de dezembro, os corais cuidam da trilha sonora em muitas apresentações para o público.
A história do canto coral tem suas raízes intimamente associadas à história da música e da própria humanidade. As primeiras melodias foram proferidas durante o canto coletivo de tribos primitivas em rituais religiosos para clemência e agradecimento aos deuses. Já no período clássico, foram estabelecidos os pilares do canto coral dentro da cultura grega e entre cristãos. O termo choros nasce na Grécia e diz respeito aos grupos de cantores e dançarinos que uniam suas vozes para formar melodias distintas entre si. Com esse povo, o coro ultrapassou os limites religiosos e adentrou as festividades populares. O cristianismo, por sua vez, utilizou a música com a intenção de transmitir palavras litúrgicas e atrair mais fiéis para sua Igreja em expansão, depois que o imperador romano Constantino I permitiu a liberdade de culto, no ano 313. Dentro de templos cristãos funcionavam verdadeiras escolas de canto coral, sendo a primeira delas fundada pelo papa Silvestre I, no século 4.

Com a reforma protestante do século 16, foi reforçado o uso do canto coral em ambiente religioso, condição que se manteve até meados dos séculos 18 e 19. No entanto, as transformações políticas e econômicas desse período provocaram alterações profundas na sociedade. A classe média emergia e também procurava sofisticações culturais. Para satisfazer essa demanda, houve um grande aumento no número de corais desligados das igrejas, nascidos em várias regiões da Europa, especialmente França, Áustria e Alemanha. Esse é o caso do coro alemão Berliner Singakademie, fundado em 1791 e que se apresenta até hoje. A tradição é enorme. Hoje, entre pessoas comuns como médicos e advogados alemães, praticamente todos participam ou já estiveram em algum grupo de canto, conta Marcos Câmara, maestro e regente do Coral Madrigal. Esse grupo brasileiro surgiu em 1996 organizado pelo Centro Cultural São Paulo.

(fonte: Pesquisa realizada em diversos sites na internet)

Adonai
Relato Científico sobre a Morte de Jesus, por um médico
Terça-feira - 25 de Agosto, 2009
Texto muito interessante escrito por um médico francês, vale a pena a leitura, é de emocionar. Mais uma vez a ciência comprova fatos bíblicos.

Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo.

Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo.

Posso portanto escrever, sem presunção, a respeito de uma morte como aquela.

Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra.

O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.

Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.

Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.

Calvário

O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.

O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira.

Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.

Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.

Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.

Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.

Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável!

Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”.

Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre. Em meu lugar e no seu!

Texto escrito por Dr. Barbet(extraído por Fernando Henriques da internet) Fonte: Blog da Missionária

Adonai
Sesquicentenário da chegada de Simonton ao Brasil
Quinta-feira - 20 de Agosto, 2009

O dia 12 de Agosto de 1859 é um marco para a Igreja Presbiteriana do Brasil, nesta data chegou ao Brasil o patriarca de nossa igreja, Ashbel Green Simonton, juntamente com sua esposa Hellen. Portanto, dia 12 de agosto é uma data que deve sempre ser lembrada de forma especial pelos presbiterianos, e neste ano de 2009 onde a IPB completa 150 de existência não foi diferente. Pela manhã foi realizado um ato cívico religioso na Catedral do Rio onde estiveram presentes o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, o governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o prefeito da cidade do Rio, Eduardo Paes, a secretária de assistência social, Benedita da Silva, e o senador Marcelo Crivella.

Estiveram presentes também aproximadamente 30 delegações internacionais da Igreja Presbiteriana.

Catedral do Rio (12/08/2009)

Dando prosseguimento as atividades desta data comemorativas, na mesma manhã foi inaugurado o Monumento escultórico interativo do casal missionário Ashbel e Hellen Simonton, no Porto do Rio, próximo à Praça Mauá. O Porto do Rio de Janeiro foi onde Simonton desembarcou ao chegar do Brasil. Veja uma foto do monumento:

Escultura de Ashbel e Hellen Simonton no Porto do Rio!

Confira a cobertura completa desta festividade que contou com discursos de Lula, Cabral, Paes e Crivella no link abaixo:

http://www.eventointerativo.com.br/site/?p=807

Texto compilado e comentado por Fernando Henriques

Adonai
Usando nossa mente!
Segunda-feira - 8 de Junho, 2009

A medida que o tempo avança, colecionamos dias e dias. Em cada um deles, há um armazém de lembranças, que são organizados dispostos em graus de importância e intensidade. Como caixas recipientes de produtos, as memórias são empilhadas, arranjadas conforme o número máximo que suporta o amontoado, observando posição correta e a fragilidade de cada uma.

As boas recordações são colocadas, preferencialmente, em evidência, para facilitar o acesso. Essas são aquelas às quais nos apegamos, que podem ser “santas” ou “imundas”. Aquelas que, de alguma forma, nos ferem, procuramos deposita-las em locais mais ao fundo, para que não precisemos vê-las com freqüência.

Nossa mente deposita cada uma de nossas memórias, instintiva e instantaneamente, sem a interferência direta do nosso consciente. Por que será Deus nos deu a capacidade de reter lembranças?

Certamente, há um propósito para isso. Geralmente, pensamos de forma utilitária, isto é, procuramos dar sentido a algo segundo as vantagens que concede a nós como centro e objeto do que fazemos.

No entanto, considerando que todas têm como objetivo a glória de Deus, nossa memória serve para armazenarmos os atos do Senhor, para pouco a pouco, à medida que vão se acumulando, crescermos no conhecimento prático dos seus atributos. Um crente fiel é alguém que tem muito a falar do seu Deus.

Não se trata de basear a fé simplesmente em experiências pessoais, uma vez que ela sempre será decorrente do conhecimento das Escrituras. Todavia, não é algo meramente etéreo ou conceitual, mas verdade que se materializa no viver diário.

Assim, a vida cristã é repleta de memórias dos atos do Criador em meio aos nossos sorrisos e lágrimas. É interessante notar que Deus mostra a importância da memória já a partir de Sua Lei. No quarto mandamento,  há a ordem para lembrar do dia de sábado, para o santificar. É surpreendente que tal dia é apresentado como um conceito, uma lembrança do que ele é, não meramente uma data. Embora fosse especificado o sétimo dia no calendário hebraico, ele deveria ser guardado não pelo fato de cronologicamente sempre suceder o sexto dia, como algo mecânico e corriqueiro, mas por saber o que ele é, o dia no qual todo o meu tempo deve ser empenhado nas atividades espirituais e no exercício da misericórdia. O temor que a lembrança do que é aquele dia, santo e consagrado, que deve levar à adoração ao Senhor.

Uma memória não é simplesmente uma imagem. Há pessoas que olham para a realidade como se fosse uma ilusão que se desvanece. Dessa forma, uma fantasia de nada diferiria da lembrança. É por isso que existem aqueles que preferem a fábula, cruzando os limites da possibilidade nas asas da imaginação.

Acreditam ser isso salutar e recomendável, pois leva o ser humano a “experimentar” “realidades” e sensações sem precisar, necessariamente, física ou geograficamente, vive-las. A imaginação tem o poder de potenciar um desejo, concedendo-lhe o status de realidade.

Ainda, episódios inexpressivos podem ser transformados em experiências memoráveis, tendo sua intensidade original multiplicada pela imaginação. Todavia, imaginação não é memória.

É a projeção ideal do querer humano criando um holograma mental para ser vivido como real. No estado de pecado, o homem tem nela talvez o mais poderoso recurso do pecado. A imaginação tem sede pelo “novo”, pelo “diferente”, algo que traga novas emoções.

Para o crente, se constitui em enorme perigo. Princípios diferentes não podem ser ajuntados à Palavra. Novas experiências que não se harmonizam àquelas encontradas nas Escrituras não podem ser pretendidas. Antecipar realidades mesmo que mentalmente pode significar pecado por pensamento, nas modalidades de lascívia, inveja, ou, a insatisfação com “o pão nosso de cada dia”.

Nosso pensamento é montaria xucra que nos cabe domar. Tolo é todo aquele que acredita na docilidade de seus pensamentos. A memória, por outro lado, baseia-se em fatos e na verdade.

A lembrança sempre ensina. Do que erramos, fica a exortação para não reproduzirmos os fatos que nos levaram ao pecado. Dos acertos, permanece a aprovação e os benéficos resultados. Na memória deve estar a Palavra de Deus para dirigir a nossa vida. Sejamos domadores de nossos próprios pensamentos e bons administradores de nossas memórias.

Que Deus nos ajude.

Com carinho,

 Sandra Noronha

Adonai
Nossa felicidade está ligada a escolhas e objetivos certos!
Terça-feira - 10 de Fevereiro, 2009

Você já parou para pensar que a vida é muito complexa, cheia de decisões e de escolhas?
 
Há pessoas que fazem coisas acontecerem, outros olham as coisas acontecerem, e outros que nem têm idéia de como elas acontecem.
Não têm objetivos, não têm sonhos.
 
Portanto, se você fica, apenas, olhando os sonhos acontecerem, você não tem idéia como as coisas acontecem, a vida é uma frustração e a pessoa fica inconstante.
 
Uma pessoa motivada, inspirada, ela luta, ela corre, ela batalha pela vida. As pessoas mais felizes com quem eu tenho convivido, são pessoas que têm uma vida com propósitos definidos..
 
Paulo ensinou isto. Ele disse: “Uma pessoa com propósitos definidos não se frustra, é motivado e tem um foco de vida”. Olha o que ele diz em Filipenses 3:13-14 “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”
 
Há pessoas que andam de projeto em projeto, de trabalho em trabalho. Há pessoas que querem ser engenheiro, vai para uma faculdade de engenharia faz um período e diz que o negócio é ser médico. Aí, faz medicina um período e diz que é muito difícil, e aí quer ser advogado, mas para ser advogado tem muita lei, mas, e, às tantas, passa a vida toda sem um alvo. Quem não tem um alvo, se frustra, não se motiva, não consegue alcançar nada. Não tem foco, não tem concentração.
 
1 Coríntios 10:23 diz: “Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam.”
 
Você quer, hoje, estabelecer alvos, objetivos, metas?
 
Então você precisa saber o que é, realmente, importante para a sua vida, porque há coisas que nós fazemos que não são necessárias.
 
Elimine o que não é essencial, elimine o que lhe rouba o seu tempo, o que lhe tira o prazer com a família.
 
O que adianta um empresário ter um milhão de dólares no banco e ter a família toda frustrada, desamparada? O que adianta você conquistar muitas coisas e depois, você perder o seu casamento, os seus amigos, os seus irmãos? Não adianta nada!
 
   Você tem dons maravilhosos, talentos, habilidades dadas por Deus.
 
Então, sirva a Deus, vamos lutar!
 
Vamos nos concentrar de que este ano será um ano de grande multiplicação, de multiplicação extraordinária, e nós vamos viver esta abundância de Deus, em nome de Jesus Cristo.
2009 será um ano feliz para todos nós! Eu, Sandra, acredito. Creia você também!
Beijoquinhas…

Sandra Noronha

Adonai