Arquivos de Dezembro, 2008

Os sete livros que só existem na Bíblia catôlica
Sexta-feira - 12 de Dezembro, 2008

Estes sete a mais que tem Bíblia Católica são chamados de Livros Apócrifos, que dizer: Livros não inspirados. São chamados apócrifos porque não foram considerados inspirados por Deus como os demais livros da Bíblia. A Própria Bíblia católica, das edições Paulinas, em sua introdução os trata como apenas “documentos da Igreja”.

Estes livros não foram incluídos no Cânon Sagrado por pelo menos três motivos:

1) Foram escritos no período Interbíblico - entre o Velho e o Novo Testamentos, também chamado de silêncio profético. Trata-se de um período de 400 anos, entre Malaquias e Mateus em que Deus não levantou profeta.

2) Jesus, que sempre está citando as Escrituras nunca fez qualquer menção destes livros;

 3) Os apóstolos, à semelhança de Jesus também não fizeram menção destes livros como Escritura Inspirada. Além disso, estes livros foram incluídos na Bíblia romana em 1543 no Concílio de Trento, no período da Contra reforma. Até então nem a Bíblia católica os possuía. E lebrando as Palavras do Apóstolo Paulo: “Toda Escritura é Inspirada por Deus” (II Tm.3:16) e Apc. 22:18-20 nos ensina que da Bíblia não se tira nem se acrescenta nada.

Fonte: Rev. Ildemar de Oliveira Berbert no site da IPB (www.ipb.org.br)

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O atleta Daniel Dias é Presbiteriano!
Sexta-feira - 12 de Dezembro, 2008

Daniel DiasO maior medalhista brasileiro da última edição dos jogos Paraolímpicos, Daniel Dias, concedeu uma entrevista à equipe da Rede Presbiteriana de Comunicação (RPC). O nadador conquistou nove medalhas nas piscinas da China, sendo 4 ouros, 4 pratas e 1 bronze.

Daniel, 20 anos, é membro da Terceira Igreja Presbiteriana de Bragança Paulista (SP) e baterista do grupo de louvor local. Treina, de segunda-feira ao sábado, de duas a três horas por dia, nas piscinas da prefeitura da cidade. Seu desejo é cursar a faculdade de engenharia mecatrônica e prosseguir firme para as próximas disputas de sua modalidade esportiva.

Sua carreira começou aos 16 anos, por volta de novembro de 2004, ano dos jogos olímpicos de Atenas. Até então Daniel apreciava o futebol e não praticava natação, ou, como ele diz, “não afogava”. Quatro anos depois Daniel pôde brilhar na mesma competição, contribuindo para o que o Brasil alcançasse o nono lugar no quadro geral de medalhas, com 47 premiações.

Nas palavras do rev. Juarez Marcondes, âncora do programa Conversando Abertamente, veiculado pela IPB Rádio Web, “Daniel assistiu pela televisão a competição de Atenas, mas foi visto na TV nos jogos de Pequim”.

Daniel conta que em sua primeira disputa nas paraolimpíadas, que resultou em sua primeira medalha de ouro, sentiu muita emoção e uma forte ansiedade. Era o dia 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil. “Foi fantástica a sensação de ver o hino brasileiro entoado e a bandeira sendo erguida do outro lado do mundo”, comentou.

O atleta destacou a união da equipe brasileira e o apoio dos atletas. Para ele, isso contribui para que o país se destacasse na competição.

Daniel não se esquece de agradecer a Deus, à família e aos patrocinadores por todas as suas conquistas. Mostrou que, além de um grande atleta, é um servo fiel e temente ao Senhor.

Fonte: http://www.ipb.org.br

Daniel é um ótimo exemplo de força de vontade e superação para qualquer pessoa, seja ela cristã ou não. Em exemplos como o dele vemos a Glória de DEUS manifesta e temos certeza de que tudo é possível para aquele que crê!

Adonai