Estes sete a mais que tem Bíblia Católica são chamados de Livros Apócrifos, que dizer: Livros não inspirados. São chamados apócrifos porque não foram considerados inspirados por Deus como os demais livros da Bíblia. A Própria Bíblia católica, das edições Paulinas, em sua introdução os trata como apenas “documentos da Igreja”.
Estes livros não foram incluídos no Cânon Sagrado por pelo menos três motivos:
1) Foram escritos no período Interbíblico - entre o Velho e o Novo Testamentos, também chamado de silêncio profético. Trata-se de um período de 400 anos, entre Malaquias e Mateus em que Deus não levantou profeta.
2) Jesus, que sempre está citando as Escrituras nunca fez qualquer menção destes livros;
3) Os apóstolos, à semelhança de Jesus também não fizeram menção destes livros como Escritura Inspirada. Além disso, estes livros foram incluídos na Bíblia romana em 1543 no Concílio de Trento, no período da Contra reforma. Até então nem a Bíblia católica os possuía. E lebrando as Palavras do Apóstolo Paulo: “Toda Escritura é Inspirada por Deus” (II Tm.3:16) e Apc. 22:18-20 nos ensina que da Bíblia não se tira nem se acrescenta nada.
Fonte: Rev. Ildemar de Oliveira Berbert no site da IPB (www.ipb.org.br)










O maior medalhista brasileiro da última edição dos jogos Paraolímpicos, Daniel Dias, concedeu uma entrevista à equipe da Rede Presbiteriana de Comunicação (RPC). O nadador conquistou nove medalhas nas piscinas da China, sendo 4 ouros, 4 pratas e 1 bronze.




