Arquivos de Agosto, 2009

A Parábola do Bom Samaritano
Segunda-feira - 31 de Agosto, 2009

O texto de Lucas 10: 25 a 37 destaca a verdade de que compaixão, sensibilidade e cuidado são fatores intrínsecos à vida de todos os que servem a Jesus. Diz o texto que um homem está indo de Jerusalém para Jericó e é atacado por alguns salteadores. Roubam seu dinheiro, batem nele e o deixam à beira do caminho, “meio morto”. Enquanto ele permanece caído, três homens passam por esse mesmo caminho. A atitude de cada um pode ser vista como prova do grau de sua compaixão.

Dos três, dois deles passaram de largo. Tanto o sacerdote como o levita, não pararam nem se envolveram com a situação. Deixaram-no como estava. Todavia, o bom samaritano parou, cuidou dos ferimentos da vítima. Levou o homem para uma hospedaria e cuidou dele. (v. 34) Além disso, comprometeu-se em pagar todas as despesas necessárias quando voltasse. (v. 34 e 35) Chamo a atenção de todos para este relato que fora proferido pelo Senhor Jesus nosso salvador, observem atentamente quem eram aquelas pessoas que passaram e deixaram de prestar socorro à vitima de assalto e espancamento. Como podemos ver, tratava-se de pessoas que tinham, talvez, maior obrigação de o socorrerem: Era um sacerdote e um levita.

Imagino que o homem, embora muito machucado, ao avistar aquelas pessoas, talvez tenha pensado… “enfim chegou meu socorro”, mas infelizmente para ele, não foi isso o que aconteceu, eles passaram ignorando a situação difícil vivida por aquele infeliz. Fora necessária a intervenção de uma pessoa que não tinha nenhuma obrigação de socorrer, de dar assistência, de dar amor…

Meus queridos, uma das muitas lições que esse texto bíblico nos deixa é a seguinte: Precisamos sair do discurso e colocarmos em prática o que falamos, pregamos e cantamos. Não temos como fingir que não estamos vendo o que se passa à nossa volta, é muito fácil dizer, “estou orando por você”, passando para DEUS  aquilo que é de nossa responsabilidade, DEUS não fará aquilo que compete a mim e a você fazermos.

Finalmente para nossa vergonha, quando deixamos de fazer nossa obrigação de cristãos, sempre aparece alguém que não declara a mesma fé que declaramos, e a faz em nosso lugar. É sempre bom lembrarmos um adágio popular que diz: “O que fazes fala tão alto que não consigo ouvir o que dizes”.

Precisamos urgentemente rever nossos conceitos e posturas para que nossa pregação não seja motivo de escárnio.

Pb. Adin Reginaldo Noronha

Adonai
Relato Científico sobre a Morte de Jesus, por um médico
Terça-feira - 25 de Agosto, 2009
Texto muito interessante escrito por um médico francês, vale a pena a leitura, é de emocionar. Mais uma vez a ciência comprova fatos bíblicos.

Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo.

Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo.

Posso portanto escrever, sem presunção, a respeito de uma morte como aquela.

Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra.

O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.

Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.

Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.

Calvário

O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.

O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira.

Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.

Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.

Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.

Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.

Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável!

Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”.

Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre. Em meu lugar e no seu!

Texto escrito por Dr. Barbet(extraído por Fernando Henriques da internet) Fonte: Blog da Missionária

Adonai
O Propósito da Vida
Segunda-feira - 24 de Agosto, 2009

Meu alvo é Deus somente, não bênçãos ou poder, nem gozo ou paz: É DEUS o anseio do meu ser!

Qual o propósito da vida? Quantas vezes nos bate no coração esta pergunta? O mundo inteiro, consciente ou inconscientemente corre ansioso para encontrar esta resposta.

Algumas vezes você pode imaginar que as pessoas  ao seu redor têm uma vida muito mais plena e alegre que a sua. Ou então até pensar  que se você ganhasse aquele prêmio, alcançasse aquele emprego  que tem segurança e um bom salário, ou talvez pudesse gozar o prazer de férias  especiais ou uma viajem com que você sempre sonhou, aí sim, a vida teria um sentido e você  seria feliz.no entanto, quando essas coisas acontecem, geralmente descobrimos que ainda estamos insatisfeitos. Como eu posso encontrar o verdadeiro sentido para minha vida? Algumas vezes, apesar de sermos crentes, ainda nos falta algo que sabemos bem o que é.

Gostaria de convidá-lo(a) a ir comigo até a Palavra de Deus  e encontrar nela aquilo que Deus nos ensina como sendo o verdadeiro propósito para a humanidade.
Ele declarou, ó homem, o que é bom; e o que é que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a  justiça, ames a misericórdia  e andes humildemente com o teu Deus?” (Mq. 6-8)
Que é que o Senhor requer de ti? Não é que temas ao Senhor teu Deus, Andes em todos os teus caminhos, e o ames…?” (Dt. 10-12)

Caminhar  com Deus nos fará desenvolver um relacionamento de amor. Os discípulos conhecem a Jesus, mas somente  no final de três anos de convivência é que eles perceberam realmente como o amavam. Um exemplo fantástico de como o relacionamento se transforma em amor é o  de Moisés. Ao encontrar-se com um Deus  que não conhecia naquela sarça , ele certamente ainda não amava. Muito menos estava disposto a obedecê-lo.

Como Deus o constrangeu, Moisés não pode recusar, teve que necessariamente conviver  com Deus, pois a obra que tinha que realizar dependia totalmente dele e dos milagres que realizaria.

O contato diário foi fazendo com que Moisés amasse a Deus. O amor crescia a cada dia e, então num dos momentos  mais intenso desse relacionamento, Deus declara a Moisés que ele havia achado graça aos seus olhos. O que Moisés pede então? Uma casa? Ouro?  Fama? Certamente que não. O que ele desejava era ver  a face Deus. Ver o rosto daquele a quem ele aprendera a amar tão intensamente.

Um dia nós também vamos vê-lo face a face, como Ele é. Esse é o propósito da vida. Vamos perseguir esta comunhão, esse relacionamento. Que o nosso coração diga como aqueles gregos do passado: “Queremos ver a Jesus”!

Dc. Davi Franco

Adonai
Sesquicentenário da chegada de Simonton ao Brasil
Quinta-feira - 20 de Agosto, 2009

O dia 12 de Agosto de 1859 é um marco para a Igreja Presbiteriana do Brasil, nesta data chegou ao Brasil o patriarca de nossa igreja, Ashbel Green Simonton, juntamente com sua esposa Hellen. Portanto, dia 12 de agosto é uma data que deve sempre ser lembrada de forma especial pelos presbiterianos, e neste ano de 2009 onde a IPB completa 150 de existência não foi diferente. Pela manhã foi realizado um ato cívico religioso na Catedral do Rio onde estiveram presentes o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, o governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o prefeito da cidade do Rio, Eduardo Paes, a secretária de assistência social, Benedita da Silva, e o senador Marcelo Crivella.

Estiveram presentes também aproximadamente 30 delegações internacionais da Igreja Presbiteriana.

Catedral do Rio (12/08/2009)

Dando prosseguimento as atividades desta data comemorativas, na mesma manhã foi inaugurado o Monumento escultórico interativo do casal missionário Ashbel e Hellen Simonton, no Porto do Rio, próximo à Praça Mauá. O Porto do Rio de Janeiro foi onde Simonton desembarcou ao chegar do Brasil. Veja uma foto do monumento:

Escultura de Ashbel e Hellen Simonton no Porto do Rio!

Confira a cobertura completa desta festividade que contou com discursos de Lula, Cabral, Paes e Crivella no link abaixo:

http://www.eventointerativo.com.br/site/?p=807

Texto compilado e comentado por Fernando Henriques

Adonai
IPB homenageada na Câmara Federal
Segunda-feira - 17 de Agosto, 2009

Solenidade em homenagem a IPB da câmara dos deputados.Foi realizada na manhã do dia 14 de agosto (sexta-feira) uma sessão solene na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), por ocasião do Sesquicentenário da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Esteve presente o presidente do Supremo Concílio da IPB, Rev. Roberto Brasileiro, que em seu discurso agradeceu a homenagem e encerrou: “A todos que assistem à TV Câmara, a Igreja Presbiteriana do Brasil gostaria de reafirmar que a graça, a verdade, a justiça e a paz devem ser ideais para as nossas vidas. E que a liberdade que o Senhor nos dá, em um país laico¹ como o Brasil, possa ser sempre exercida por todos nós. Lutamos para que o ideário da liberdade religiosa cada vez mais seja praticada nas nossas vidas”.

¹Um estado laico é uma nação ou país que é oficialmente neutro em relação às questões religiosas, não apoiando nem opondo à nenhuma religião. Um estado laico trata todos seus cidadãos igualmentes independentes de sua escolha religiosa e não deve dar preferência a indivíduos de certa religião.

Está sendo ótimo viver estes 150 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil, uma série de comemorações e homenagens emocionantes, são momentos que ficam na memória. Esta sessão solene na câmara, um culto na Catedral do Rio de Janeiro reunindo o presidente do país, governador do estado e prefeito da cidade são exemplos da força e respeito que a IBP, uma igreja de 150 anos,  detêm diante da sociedade como um todo.

Me sinto orgulhoso de ser presbiteriano! 

Em breve o link de mais uma cobertura feita pelo site Evento Interativo no culto cívico-religioso de ações de graças pelos 150 anos que aconteceu na Catedral do Rio e contou com a presença do presidente Lula!

Fonte: http://www.ipb.org.br

Texto compilado e comentado por Fernando Henriques

Adonai