Arquivos de Dezembro, 2009

Poluição e Morte do Homem
Quinta-feira - 17 de Dezembro, 2009

Romanos 8:20-21

Ecologia: é a parte da biologia que estuda as relações dos seres vivos com seu meio natural e da sua adaptação ao ambiente físico. As florestas se constituem numa grandiosa máquina biológica, fabricando madeiras, produzindo oxigênio, desenvolvendo vapor d’água à atmosfera e conservado parte dele no solo. A vegetação das florestas preserva as encostas da erosão torrencial, servindo ainda, de reversa de caça e abrigo natural  para animais, sendo, além disso, habitat natural para as diversas espécies de vida animal e vegetal.

A poluição tem sido a grande ameaça ao ecossistema e o maior inimigo do mesmo. Suas consequencias danosas são sentidas diariamente, as quais acarretam a morte de peixes, deterioração do ar que respiramos, além de destruir, lenta e gradativamente, a natureza como um todo.

Precisamos visualizar o planeta e o homem neste século. Tanto o homem como o cosmo parecem estar vivendo uma espécie de regressão. O homem vive menos, é mais fraco, o cosmo sofre terríveis ameaças de destruição e catástrofe.  Que análise espiritual podemos fazer quanto a esta visão ?

Resultados desta cosmovisão

  1. Vazio espiritual – se não há uma razão para a existência da vida planejada por Deus, a natureza também não tem sentido(1º Co.15:19).
  2. Arrogância humana – não há lugar para Deus naquele que está cheio de si mesmo. Todos lembram das declarações do comandante do navio Posêidon : “Este barco nem Deus afunda!”. O navio não terminou sua primeira viagem. Ou ainda, a mais famosa banda do mundo, The Beatles: somos mais famosos que Cristo”. Não durou mais nem mais 2 anos.
  3. Produção de uma sociedade suicida – “o homem deseja ser feliz mesmo quando a tornar a felicidade impossível”. Mesmo sabemos que destruindo as florestas estamos destruindo a nós mesmos, continuamos o processo suicida. Mesmo sabendo que comendo gordura estamos danificando as nossas saúde, continuamos a ingeri-la.

Qual a visão cristã do problema?

  1. O homem pode alterar o processo de causa e efeito. Há muitas coisas que o homem pode fazer para minimizar e impedir tragédias na natureza.
  2. A natureza geme, aguardado o dia da redenção. A natureza também sofre com a queda mas, também tem a esperança ns promessa do novo céu e da nova terra (Ap.21:1).

Conclusão

O que devemos fazer ?

  1. Discernir esta visão, educando nossos filhos e a sociedade, a partir de atitudes coerentes de preservação da vida.
  2. A criação é um reflexo do Criador.
  3. A tecnologia pode ser desenvolvida de maneira a ajudar, e não a destruir a natureza e o homem.
  4. A natureza deve ser explorada para a saúde do ser humano e para a sobrevivência do mesmo, mas não para a satisfação da ambição do homem.

Pb. Fernando Gomes

Adonai
Timóteo: Um Jovem Cristão
Quinta-feira - 17 de Dezembro, 2009

1º Tm. 4:12

Timóteo significa aquele que adora a Deus. Honrado por Deus companheiro e ajudante de Paulo recebeu instrução religiosa de sua mãe e de sua avó(2º Tm.1:15,3:15). Foi pastor da igreja de Éfeso 1º Tm.1:3. Normalmente, pensa-se que o jovem não foi chamado a assumir nenhuma responsabilidade. Todavia, a bíblia nos mostra, com o exemplo de Timóteo, que não é assim.

Como a bíblia desafia um jovem?

  1. O jovem é desafiado a ser diferente
  2. O jovem é desafiado a ser criterioso
  3. O jovem é chamado a ser sóbrio(2º Tm.4:5)
  4. O jovem é chamado para ser puro(2º Tm.2:22)
  5. O jovem é chamado para conhecer a bíblia(2ºTm.2:15)
  6. O jovem é chamado para sofrer pelo evangelho(2º Tm.1:18)
  7. O jovem é chamado para pregar o evangelho(2º Tm.4:2)

Qualquer jovem pode ser usado por Deus?

Muitos acham que apenas os superdotados podem ser úteis ao evangelho, mas Timóteo mostra que não.

  1. Ele era introvertido(1º Co.16:10-11)
  2. Ele era emotivo(2º Tm.1:14)
  3. Ele era medroso(2º Tm. 1:7 e 8 )
  4. Ele era doente(1º Tm.5:23)

Muito jovens precisam e querem ser desafiados a colocar suas vidas em função do reino de Deus. Aqueles que são pais e educadores devem proporcionar a tais jovens suporte, orientação e condições para que possamos ter muitos “Timóteos” em nosso meio.

Juventude é tempo de alegria, de planos e de projetos para o futuro. Ser jovem é sinônimo de vida, de disposição para o trabalho e força para enfrentar desafios. Ser jovem cristão é usar tudo isso para Deus. A bíblia exemplifica isso na vida de Timóteo, amigo e “filho” espiritual de Paulo. Tornou-se um líder, um envangelista comprometido com o reino de Deus.

Pb. Fernando Gomes

Adonai
Ananias: Um Guerreiro Desconhecido
Segunda-feira - 7 de Dezembro, 2009

Atos.9:10-19
 
Dá-se muita ênfase a Paulo, mas fala-se muito pouco em Ananias, o qual, no entanto, foi fundamental na vida daquele apóstolo. Seu trabalho silencioso é dos mais significativos. Por quais razões:

1. Um homem capaz de responder positivamente a Deus(v.10). Responder a Deus é tão importante quanto ouvi-lo.
 
2. Um homem capaz de ouvir a Deus nos detalhes (v.11-13). É tão difícil, termos paciência e a fé de que Deus nos guiará nos detalhes da nossa missão, vida e profissão, levando-nos à sua perfeita vontade.
 
3. Um homem capaz de crer no que Deus quer fazer na vida dos irmãos (v.13-16). Às vezes, temos tanta dificuldade em crer na conversão de certas pessoas, e mais ainda, na possibilidade de Deus fazer uso delas. Apesar de tudo o que Paulo era, Ananias sabia do poder de Deus para salvá-lo e usá-lo.
 
4. Um homem capaz de orar pelos escolhidos para grandes obras (v.17-18). É maravilhoso poder ver Deus abençoar outros ministérios e outros irmãos, sem ficar enciumado.

Os guerreiros da comunidade não são apenas aqueles que têm a unção da palavra, ou que lutam com os demônios, ou aqueles que têm muitos dons. São também aqueles de ouvem a voz de Deus e respondem ao seu chamado, aqueles que crêem no poder de Deus na vida das pessoas e daquelas que sabem ver o irmão ser abençoado.
Que Deus levante muitos Ananias em nosso meio.
 
*Curiosidade do texto:
Ananias: conforme a tradição, foi bispo em Damasco e morreu como mártir.

Pb. Fernando Gomes

Adonai
História do Canto Coral
Segunda-feira - 7 de Dezembro, 2009

“Já nasceu o Deus menino para o nosso bem”. Presume-se que o título de um dos mais famosos coros de Natal, The First Noel , tenha surgido com a expressão (nowell  now all is well, em português, agora está tudo bem), pois havia nascido o menino Jesus. Escrita aproximadamente no século 17, a melodia foi transmitida oralmente entre gerações por mais de 200 anos, quando passou a fazer parte da antologia de canções natalinas em 1833.

No mês de dezembro, quando as muitas tradições se manifestam para comemorar o dia 25 de dezembro, os corais cuidam da trilha sonora em muitas apresentações para o público.
A história do canto coral tem suas raízes intimamente associadas à história da música e da própria humanidade. As primeiras melodias foram proferidas durante o canto coletivo de tribos primitivas em rituais religiosos para clemência e agradecimento aos deuses. Já no período clássico, foram estabelecidos os pilares do canto coral dentro da cultura grega e entre cristãos. O termo choros nasce na Grécia e diz respeito aos grupos de cantores e dançarinos que uniam suas vozes para formar melodias distintas entre si. Com esse povo, o coro ultrapassou os limites religiosos e adentrou as festividades populares. O cristianismo, por sua vez, utilizou a música com a intenção de transmitir palavras litúrgicas e atrair mais fiéis para sua Igreja em expansão, depois que o imperador romano Constantino I permitiu a liberdade de culto, no ano 313. Dentro de templos cristãos funcionavam verdadeiras escolas de canto coral, sendo a primeira delas fundada pelo papa Silvestre I, no século 4.

Com a reforma protestante do século 16, foi reforçado o uso do canto coral em ambiente religioso, condição que se manteve até meados dos séculos 18 e 19. No entanto, as transformações políticas e econômicas desse período provocaram alterações profundas na sociedade. A classe média emergia e também procurava sofisticações culturais. Para satisfazer essa demanda, houve um grande aumento no número de corais desligados das igrejas, nascidos em várias regiões da Europa, especialmente França, Áustria e Alemanha. Esse é o caso do coro alemão Berliner Singakademie, fundado em 1791 e que se apresenta até hoje. A tradição é enorme. Hoje, entre pessoas comuns como médicos e advogados alemães, praticamente todos participam ou já estiveram em algum grupo de canto, conta Marcos Câmara, maestro e regente do Coral Madrigal. Esse grupo brasileiro surgiu em 1996 organizado pelo Centro Cultural São Paulo.

(fonte: Pesquisa realizada em diversos sites na internet)

Adonai
O Perdão para as nossas deformidades
Segunda-feira - 7 de Dezembro, 2009

A perspectiva de Deus é sempre melhor que as nossas próprias ou as que muita gente adota para si. Na presença de Deus somos confrontados com o bem e o mal, e por isso, devemos buscá-lo em oração, para não sermos vítimas de nós mesmos, e não vitimarmos inocentes. É neste sentido que o apóstolo Paulo se dirige aos coríntios. Para muitos coríntios, mesmo sabendo que comiam comidas sacrificadas à ídolos, não consideravam que isto era importante, ou seja, buscavam seu “próprio interesse”, e assim tornavam-se “causa de tropeço”.

Causar tropeço é provocar dor ou prejuízo. E, se podemos causar dor e prejuízo aos outros é porque, primeiramente, temos capacidade de provocar dor e prejuízo a nós mesmos. Por isso, o apóstolo recomenda: “Não vos torneis causa de tropeço” – I Coríntios 10.32.

E, foi isso que levou Jesus a “purificar” o leproso, conforme o registro de Marcos 1.40-45. Quando nos vemos sem outras perspectivas, senão o ponto-de-vista estreito das nossas deformidades, estamos sujeitos a experimentar e levar tantos quantos quisermos a vivenciarem experiências terríveis que poderiam ser evitadas, caso tomássemos a mesma atitude daquele homem: apresentar-nos a Jesus, e humildemente, reconhecer que como leproso ele não podia viver como as outras pessoas, porque era portador de uma enfermidade que punha em risco a vida de outros.

Por isso, assim como ele, precisamos pedir: “Se quiserdes, podes purificar-me!”. Aquele homem disse: “Se quiserdes, podes purificar-me”. Como que dizendo: “eu concordo com o Senhor que o mal de que sou capaz de cometer contra os outros e contra a mim mesmo é tão real e verdadeiro que só sendo isolado para não cometê-lo, porém, se quiserdes, podes purificar-me”.

 A sujeição ou a submissão a Deus é o único modo de evitar a prática do mal que pode nos destruir. E quando nos submetemos a Deus, acontece conosco o mesmo que com o homem da passagem bíblica: “Jesus, profundamente compadecido, estendeu a mão, tocou-o e disse-lhe: Quero, fica limpo! No mesmo instante, lhe desapareceu a lepra, e ficou limpo” – Marcos 1.41-42.

Deus tem compaixão de nós, por isso nos orienta o modo como podemos evitar as consequências de nossas deformidades. Deus sempre apresenta um outro ponto-de-vista para nossas deformidades. Só a Sua compaixão por nós pode evitar as consequências  devastadoras, que nossas deformidades podem nos causar a nós e aos outros. 

Pense sobre isso.

Sandra Noronha - Superintendente da EBD

Adonai