A igreja teve inicio no Velho Testamento, quando Abraão, após demonstrar irrestrita fé e confiança em Deus, foi abençoado juntamente com toda sua família, no chamado pacto abraânico.
A palavra igreja ou congregação no hebraico é derivada de uma raiz que significa “chamar”. Foi aplicada especialmente a assembléia de Israel quando se reunia para o culto.
No novo testamento, a palavra “igreja” foi usada primeiramente por Jesus que a aplicou ao grupo que se juntou em torno dele, reconhecendo-o como seu Senhor. Deus escolheu e separou para si um povo especial, o povo de Israel que receberia suas bênçãos e seria instrumento para levar a mensagem da salvação aos homens e às nações. Esse povo ou comunidade é a igreja, que desde o seu nascimento, tem seus privilégios (bênçãos), mas também tem as suas responsabilidades (levar a mensagem da salvação).
Existem duas igrejas: a igreja visível e a igreja invisível. A igreja visível é a igreja na terra, que é composta pelos membros (vivos) da comunidade cristã independente de denominação. A igreja invisível consiste de todos os salvos, de todos os tempos: passado, presente e futuro.
Todo o Novo Testamento refere-se ao povo escolhido como “igreja de Deus”. Sua origem e continuidade dependem de Deus. Por tanto, a igreja não é uma simples organização, mas também divina (At: 20:28). A igreja é de Deus, a qual Ele comprou com seu próprio sangue.
A igreja não se acaba porque sua continuidade é divina, porém, ela é imperfeita e falível, pois seus membros são humanos. A igreja, portanto é divina e humana.
A igreja do povo de Deus é vencedora, porém sabemos que existem os inimigos que querem acabar com ela. Mas estamos convictos e firmes na promessa de Jesus que a igreja vencerá esses inimigos (Mt: 16:18).
A vitória de Cristo na cruz ainda não se tornou visível a todos os inimigos de Deus, que embora já vencidos, continuam vivos e perigosos até o dia do juízo final.
Pb. Fernando Gomes












